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Finados 2013

02/11/2013 11:18

 

  Comemoração dos fiéis defuntos - Finados  

02/11

 

A comemoração dos féis defuntos remonta ao ano 998. A divulgação desta comemoração se deve a Santo Odilon, abade de Cluny, que introduziu esta prática em todos os mosteiros beneditinos ligados ao de Cluny.

Em 1311, a Santa Sé oficializou a memória dos falecidos, estendendo-a a toda a Igreja. Esta comemoração leva-nos a professar, mediante a nossa fé, a ressurreição da carne. A nossa vida não termina dentro de um túmulo. Como Jesus de Nazaré, seremos ressuscitados pelo poder de Deus. Nossos dias não são senão a longa gestação para este nascimento definitivo.

Em (Jo 5,28-29) está escrito: “vem a hora em que todos os que repousam nos sepulcros ouvirão a voz do Senhor e sairão, os que tiverem feito o bem, para a ressurreição da vida; os que praticaram o mal, vão ressuscitar para a condenação”.

Desde o Antigo Testamento, a fé em Deus leva o ser humano a uma esperança que supera a morte. De fato, o justo caracteriza-se pela simplicidade de vida que o permite reconhecer a ação de Deus em sua história e agir seguindo o horizonte da fé. Cristo é a imagem real da justiça divina. Nele, nossa esperança de vida plena se realiza. Ressuscitando dos mortos, Ele nos comunica a vida divina.

A realidade da morte ensina-nos que não somos eternos. A dor, o sofrimento e morte nos apontam para a necessidade que temos de Deus. Ele é fonte de vida e de esperança. Quando a Igreja nos convida para fazermos memória de nossos falecidos, tem a intenção de nos ajudar a encontrar em Deus a certeza da vitória da vida sobre a morte. A Eucaristia, celebração central da fé cristã, recorda-nos o mistério de Jesus. Ele, como Filho de Deus, passou pela morte e, ao ressuscitar, comunica-nos a vida plena, vinda de Deus. Cremos que a salvação chega até nós por Jesus Cristo, o Filho de Deus ressuscitado. Por Ele, recebemos a plenitude da vida.

Com esperança nos reunimos neste dia, na Igreja e nos cemitérios, para rezar pelo descanso eterno dos nossos irmãos e irmãs na Casa do Pai. Ao mesmo tempo, queremos refletir sobre nossa vida, grande dom de Deus.

OS TRÊS AMIGOS

Havia um homem que tinha três amigos, aos quais dava muito apreço e atenção. Um dia esse homem foi avisado que se preparasse a fim de comparecer perante o juiz.

O homem teve receio de ir sozinho. Lembrou-se então de seus 03 amigos. Talvez pudessem acompanhá-lo e quem sabe, até defendê-lo diante do juiz. Afinal de contas, amigo é para isso mesmo, ou seja, para as horas de aperto.

O homem mandou chamar o 1º, a quem expôs o seu problema. Ele, porém, respondeu: “Pouca coisa posso fazer por você. Mas o que posso, eu o farei. Pago as despesas de viagem”. Era pouco, realmente. O que mais interessava, era a companhia.

Mandou vir o 2º amigo, que lhe respondeu meio pesaroso: “Ir com você até o juiz, não posso. Você entende não é? Cada um tem seus problemas particulares, onde a gente não entra. Mas vou com você até a porta do tribunal. Dali eu voltarei”. Também não servia. O momento mais difícil e cruciante era o inquérito o julgamento do juiz.

Já quase sem esperança, pediu que viesse o 3º amigo. Esse respondeu com calma e segurança: “Sim, eu posso ir com você. Posso acompanhá-lo e ficar ao seu lado durante o interrogatório”.

 Amigo leitor, você sabe quais eram os nomes desses 03 amigos?

- O primeiro é o dinheiro. Paga o caixão quando morremos.

- O segundo é a família. Acompanha-nos até a sepultura. Depois volta para casa. Nada mais pode fazer, a não ser, rezar pelos defuntos.

- O terceiro amigo são as boas obras que praticamos. Somente estas nos acompanham até a eternidade. Somente elas nos defendem perante Deus.

                                                                                                                                                                        

                                                                                                                                         Diácono Valney