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O que o Papa Francisco disse à catequese paroquial.

16/12/2014 17:54
Arquidiocese de Brasília


Neste domingo, 14 de dezembro, o Santo Padre retomou suas visitas pastorais às paróquias de Roma e visitou a paróquia São José, em Aurelio. Esta foi a oitava visita a uma paróquia da Diocese.

Antes da celebração da Missa, o Papa Francisco foi ao encontro de diferentes grupos de paroquianos: crianças da catequese, comunidade de ciganos, enfermos e as famílias que batizaram seus filhos recentemente. Ele também teve a oportunidade de confessar a algumas pessoas.

A cada fiel e grupo que se aproximava - Francisco dedicava algumas palavras e alguns conselhos. Às crianças da Primeira Comunhão: recordar sempre esse dia em que Jesus vem a nós. À comunidade cigana: não perder a esperança nos momentos difíceis. Aos enfermos: ser a força na Igreja. Às famílias com filhos recém-batizados: o choro da criança é a melhor pregação.

O Papa falou sobre a sua experiência da Primeira Comunhão e da Crisma às crianças. Ele contou que recebeu os Sacramentos no mesmo dia: 8 de outubro de 1944, há 70 anos. E relatou:

“Não esqueço esse dia. Sempre, vocês que vão fazer a primeira comunhão, lembrem sempre, por toda a vida, esse dia: o primeiro dia que Jesus veio até vocês. Ele vem, se faz um conosco, se faz nosso alimento; nosso alimento para dar-nos força”.

Além disso, Francisco pediu aos pequenos que não se esquecessem dos catequistas. E falou: “Eu não os esqueci nunca na minha vida”. E contou-lhes que no dia 17 de outubro de 1987, quando morreu a freira que o preparou para a primeira comunhão e a crisma, foi rezar por ela: “porque essa freira me aproximou de Jesus”. E concluindo sua conversa, incentivou-os para que a cada ano, no aniversário da Primeira Comunhão, se confessassem e comungassem.

O Pontífice também se reuniu com a comunidade de ciganos aos quais desejou “que sempre haja paz nas vossas famílias; e haja trabalho e haja felicidade”. E convidou-lhes a “não perder a esperança nos momentos difíceis, porque a esperança não decepciona: a dá o Senhor”. E continuou:

“E o Senhor mais cedo ou mais tarde nos espera sempre, sempre. Está próximo de nós. Talvez não o vejamos, mas Ele está próximo e nos quer muito. Confiança no Senhor, esperança no Senhor e seguir em frente com o trabalho”, completou o Papa.

Em seguida o Santo Padre foi ao encontro dos doentes da paróquia. Ele agradeceu-lhes pelo testemunho que dão: "testemunho de paciência, de amor de Deus, de esperança no Senhor: isso faz muito bem para a Igreja". O Bispo de Roma disse que eles continuamente regam a Igreja com a própria vida, com os sofrimentos, com a paciência. E disse que "a Igreja sem doentes não iria pra frente”. E ressaltou que eles são a “força na Igreja, são verdadeira força”.

E prosseguindo, afirmou que “o Senhor quis visita-lo nesta doença”, e convidou a seguir em frente: “com paciência, também com alegria. A alegria é a paz que nos dá o Senhor, com essa paz dentro”. E fez uma observação: “aqui, a maior parte somos do século passado... E assim, temos que olhar em frente, porque ali nos espera o Senhor. Sempre, sim, nos espera”.

Findando sua visita, Francisco compartilhou um tempo com as famílias que batizaram recentemente os filhos. E proferiu que “uma criança diz sempre uma palavra de esperança com o seu ser”. E garantiu que “no menino, na menina, estão as nossas esperanças. Lhes damos uma tocha de fé, de vida e eles a levarão adiante com os seus filhos, seus netos... E assim é a vida”. Depois, o Papa convidou os presentes a perguntar o dia em que foram batizados e falou da importância deste dia: porque “é um dia de festa, é o dia que encontramos Jesus pela primeira vez”.

Concluindo seu encontro, fez uma advertência:

“As crianças choram, fazem barulho, vão de um lado para outro... E me incomoda quando em uma Igreja uma criança chora e as pessoas querem que saia. Não! É a melhor pregação! O choro de uma criança é a voz de Deus! Nunca, nunca tirá-las da Igreja!”.

 

Diácono Valney